POR ARNALDO OLIVEIRA (TECNOLOGIA DA SOLDAGEM)
Apesar de não ter muita afinidade em me expressar pretendo me dedicar ao máximo nessa história.
Bom, no início voltei a estudar para ser um bom exemplo para os meus filhos, dizem que estes se refletem nas atitudes dos pais. Então pensava: Puxa vida, eu só conclui o primeiro grau e assim fica difícil incentivar as crianças, então me matriculei numa escola da EJA (Educação de Jovens e Adultos). Comecei sem incentivo algum, pelo contrário, muitas pessoas falavam que eu havia voltado para a escola para gandaiar e que eu não iria muito longe pela dificuldade em trabalhar, ser pai e estudar. Confesso que sempre tive medo disto, mas também pensava: vou só mais um dia, hoje e amanhã e se eu cismar, eu paro. Porém nos dia em que eu não agüentava mais sempre havia uma coisa diferente que eu aprendia, ou uma nota satisfatória que me encorajava. Então chegava em casa todo metido e mostrava para família, as crianças começaram a me mostrar as notas escolares delas também e isso me incentivava.
Depois de me formar ouvi comentários do CIPMOI, me inscrevi e estou aqui. Hoje penso em ser um soldador sub aquático e engenheiro mecânico, minha esposa também está quase se formando, meu filho está se preparando para ingressar na escola militar e minhas filhas vêm seguindo o exemplo do estudo, a fila que eu comecei a puxar, cada um vai seguindo a seu modo. Todos me apóiam e todos se apóiam, os que não acreditaram em mim e me desencorajaram estão estacionados. Enquanto eu e minha família estamos caminhando.
Esse é apenas um pequeno resumo de tudo que aconteceu nessa trajetória.
Espero que gostem...
Apesar de não ter muita afinidade em me expressar pretendo me dedicar ao máximo nessa história.
Bom, no início voltei a estudar para ser um bom exemplo para os meus filhos, dizem que estes se refletem nas atitudes dos pais. Então pensava: Puxa vida, eu só conclui o primeiro grau e assim fica difícil incentivar as crianças, então me matriculei numa escola da EJA (Educação de Jovens e Adultos). Comecei sem incentivo algum, pelo contrário, muitas pessoas falavam que eu havia voltado para a escola para gandaiar e que eu não iria muito longe pela dificuldade em trabalhar, ser pai e estudar. Confesso que sempre tive medo disto, mas também pensava: vou só mais um dia, hoje e amanhã e se eu cismar, eu paro. Porém nos dia em que eu não agüentava mais sempre havia uma coisa diferente que eu aprendia, ou uma nota satisfatória que me encorajava. Então chegava em casa todo metido e mostrava para família, as crianças começaram a me mostrar as notas escolares delas também e isso me incentivava.
Depois de me formar ouvi comentários do CIPMOI, me inscrevi e estou aqui. Hoje penso em ser um soldador sub aquático e engenheiro mecânico, minha esposa também está quase se formando, meu filho está se preparando para ingressar na escola militar e minhas filhas vêm seguindo o exemplo do estudo, a fila que eu comecei a puxar, cada um vai seguindo a seu modo. Todos me apóiam e todos se apóiam, os que não acreditaram em mim e me desencorajaram estão estacionados. Enquanto eu e minha família estamos caminhando.
Esse é apenas um pequeno resumo de tudo que aconteceu nessa trajetória.
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