segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Quando eu vejo o trabalho lá fora.

POR LUIZ ALBERTO ALVES(ELETRICIDADE DE BAIXA TENSÃO)
A velocidade com que as pessoas andam, é impressionante. Todos têm um objetivo e seguem um caminho desenfreado. Muitos passam pelos mesmos lugares todos os dias e não percebem as manifestações dos enigmas naturais que desafiam a nossa imaginação.
O mundo cria ilusões que inebriam os sentimentos, que disfarçam de forma perversa o que a vida tem a oferecer.
E daí a vida passa, mas não passa o sentimento, o momento.
Todos correm incessantemente, e no momento em que eu vejo o relógio, eu tento entender esta busca. São momentos, cada segundo relacionado com a precisão dos passos em busca da vitória.
Viver em função, seguir algo com razão, quebrar a cabeça e construir de novo. O carro prossegue e em busca da chegada, as cores laterais ficam embaçadas e aumenta a emoção de ter o alcance dos sentimentos inexplicáveis.
As pessoas correm, mas o destino só saberei amanhã.
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EM BUSCA DO DOMÍNIO DA SITUAÇÃO

Em busca da perfeição a população mundial trava batalhas para superar seus limites.
Há dez anos atrás eu escutava músicas no disco de vinil, gravava para K7, mas daí veio o CD, talvez até a grande perdição das gravadoras. Pelo que eu saiba o vinil não tinha como ser pirateado.
Mas era pouco o conteúdo do CD que como já não bastasse ser superior ao vinil, possuía no máximo vinte músicas. Daí veio o MP3, também fácil de se piratear. Mas uma coisa é certa, a qualidade das músicas se perde.
De repente surge o micro aparelho de MP3, que hoje em dia ganha versões MP...não sei das quantas.
A intenção destes aparelhos, como celulares, computadores e aparelho de som, difundiram praticamente de graça, várias informações, dentre as quais músicas. Músicas que escrevo aqui.
A música que está presente hoje em cartões de memória sem fim.
Isto me faz refletir que ainda há um mundo tecnológico desconhecido que vai eclodir e fazer com que vários valores caiam por terra. Isso é fascinante e me alimenta em esperança de um futuro melhor para o planeta.
Mas tecnologia é uma arma que não pode cair em mãos erradas. Porque pode intervir na ordem dos acontecimentos, no espaço de tempo contínuo, que pode retroceder todas as conquistas.
Mais do que se preocupar com as novidades, eu acho que devemos nos apegar ao que atravessa várias gerações e não tem previsão de acabar. São coisas simples como um aperto de mão, um jogo de futebol, uma cerveja com os amigos.
Tenhamos fé em Deus e ....
Seja o que ele quiser....

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