POR IDELCONDO L. V. BRAGA (ELETRICIDADE DE BAIXA TENSÃO)
Há uns seis ou sete anos decidi ser um eletricista. Como eu já trabalhava há mais ou menos dez anos com manutenção de microcomputadores, achei que seria uma boa escolha. Até mesmo porque toda vez que eu ia instalar um computador acabava fazendo também uma instalação elétrica.
Fiz um curso de seis meses de eletricidade de baixa tensão e depois de acabar comecei a espalhar panfletos pelos bairros na esperança de conseguir vários trabalhos e realmente consegui receber vários chamados. Fiz alguns orçamentos, os clientes ficavam de dar o retorno, mas a maior parte deles dizia que tinham achado alguém que faria o serviço por um preço menor. Eu tinha e tenho certeza que os meus orçamentos estavam dentro do preço justo e de mercado.
Então comecei a perceber que o eletricista que já é formado não tem valor no mercado de trabalho e as pessoas que precisam de um eletricista preferem pagar menos por “gambiarras” do que, pagar um preço justo por um serviço profissional, mesmo sabendo que correm o risco de ter problemas muito sérios.
Mas como eu não sou de desistir, estou fazendo outro curso (CIPMOI), bem mais avançado, porque dessa vez montarei uma loja de materiais elétricos.
Há uns seis ou sete anos decidi ser um eletricista. Como eu já trabalhava há mais ou menos dez anos com manutenção de microcomputadores, achei que seria uma boa escolha. Até mesmo porque toda vez que eu ia instalar um computador acabava fazendo também uma instalação elétrica.
Fiz um curso de seis meses de eletricidade de baixa tensão e depois de acabar comecei a espalhar panfletos pelos bairros na esperança de conseguir vários trabalhos e realmente consegui receber vários chamados. Fiz alguns orçamentos, os clientes ficavam de dar o retorno, mas a maior parte deles dizia que tinham achado alguém que faria o serviço por um preço menor. Eu tinha e tenho certeza que os meus orçamentos estavam dentro do preço justo e de mercado.
Então comecei a perceber que o eletricista que já é formado não tem valor no mercado de trabalho e as pessoas que precisam de um eletricista preferem pagar menos por “gambiarras” do que, pagar um preço justo por um serviço profissional, mesmo sabendo que correm o risco de ter problemas muito sérios.
Mas como eu não sou de desistir, estou fazendo outro curso (CIPMOI), bem mais avançado, porque dessa vez montarei uma loja de materiais elétricos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário