segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

A tecnologia é assim...

POR MARCELO DA COSTA (ELETRICIDADE DE BAIXA TENSÃO)
Quem se imagina hoje em dia sem um celular? Ou sem um mp3? Sem computador? Imagino que a resposta seja quase ninguém. Pois é, nós nos tornamos reféns da tecnologia, em nossas casas procuramos sempre comprar o que há de mais prático para otimizar o máximo possível o nosso tempo que anda cada vez mais escasso.
As indústrias correm atrás das mais modernas máquinas para ganhar tempo e dinheiro e isso também reflete do outro lado, quanto mais as máquinas vão avançando menos mão de obra humana se faz necessária para manuseá-las.
Com isso cresce o desemprego e a informalidade, porque só quem estiver realmente qualificado se manterá no mercado de trabalho cada mais competitivo.
Mas a tecnologia também ajudou bastante a humanidade, trouxe avanços para medicina, agropecuária e outras áreas muito importantes.
Por essas e outras que a tecnologia se faz cada vez mais presente em nossas vidas.






Profissão perigo!!

POR ALEXANDRE ALBERTO DE ABREU (ELETRICIDADE DE BAIXA TENSÃO)

Quando ouvimos falar de eletricidade o que vem em mente: rádio, televisão, cemig, etc. Mas nunca pensamos em entender o que vem atrás disso e nem como toda essa energia acontece.
Há cinqüenta anos atrás era difícil encontrar um bom eletricista, com formação qualificada e por isso os acidentes eram constantes.
A energia elétrica vem de grandes usinas hidrelétricas, os geradores são imensos e como lidar com essa coisa chamada eletricidade que muitas vezes causa sofrimento e dor e para outros só significa conforto.
O número de operários com lesões graves e até mesmo mortos assusta e assustava ainda mais no passado.
Mas começa a valorização do eletricista, em Minas Gerais a cemig resolveu parar de usar e fabricar um transformador que tinha como isolante em seu núcleo o óleo Ascarel que em contato com a pele causava câncer.
Mas só isso não bastava, as mortes continuavam e então o ministério do trabalho, empresas, governo, técnicos criaram a NR10, um manual de segurança do eletricista.
A valorização da profissão começa a ficar mais visível porque a partir da NR10 as empresas só podem contratar profissionais com este curso.
A procura para se qualificar cresceu entre os eletricistas enquanto a procura das empresas por profissionais qualificados e com o curso de NR10 também cresce.
A conseqüência desse processo de valorização é que chegue aos bolsos, valorização financeira também, pois os salários ainda são muito baixos em comparação com os riscos e a importância da profissão para a vida das pessoas.Energia elétrica, não podemos enxergar, mas pode matar você.

Adaptação.

POR LINDOLFO DE PADUA MARTINS (ELETRICIDADE DE BAIXA TENSÃO)
O celular e o computador são máquinas modernas e na verdade ainda não consigo manipula-las com precisão e fico pensando com a velocidade do tempo e com as inovações tecnológicas, o que será das pessoas que não se adaptarem a modernidade?
Com certeza o que ocorrerá e já vem ocorrendo é a exclusão social, chamada de exclusão digital.Como vai ficar o fotógrafo que ainda trabalha usando máquinas antigas? O que será da bússola, que sempre foi usada para localização se hoje temos os satélites os gps?
Se eu me assusto com tantas invenções modernas e tecnológicas imaginem meus pais e avós.
Sinceramente não sei aonde chegaremos e se chegaremos. Essa tal soberania do ser humano me faz pensar em outras questões como, espiritulidade, ou alguma coisa que está acima da matéria. Será que esses sentimentos e crenças também se transformarão em tecnologias?

O amanhã...


POR CARLOS EUGÊNIO DA SILVA (ELETRICIDADE DE BAIXA TENSÃO)

Vou ser verdadeiro e não demagogo, eu entrei no CIPMOI para me atualizar na profissão de eletricista.
Consegui aprender muito, mas não o suficiente para disputar no mercado de trabalho como eu gostaria. Vou continuar trabalhando e aprendendo, pois na minha profissão a atualização é essencial para conseguir trabalho e se fixar no mercado.
Hoje vi e entendi muito do que fazia no passado, o que me deu uma noção daquilo que devo carregar comigo e daquilo que devo esquecer e fazer diferente. Tentarei ser mais técnico no meu trabalho, mudar alguns critérios de atuação e continuarei procurando conhecimento e estudo.
Tive muita dificuldade no curso devido ao tempo que fiquei longe da escola, sinto que preciso me atualizar muito mais para acompanhar aulas e atividades educacionais.
Vou levar pra frente, continuar a aprender, devagar...mas vou.

Brasil de Todos.

POR ISAQUE TEIXEIRA DA SILVA (ELETRICIDADE DE BAIXA TENSÃO)
Todo ser humano tem o direito de trabalhar, estudar , participar do conhecimento. Mas infelizmente no nosso país a história não é bem assim. A maioria das pessoas não consegue atingir um patamar social digno. Muitas vezes somos classificados por classes sociais: “A”, “B”, “C”...
Se você faz parte da classe “A” por exemplo, você é uma pessoa bem sucedida financeiramente, mas geralmente são pessoas que só pensam nelas mesmas, descumprem leis, não são punidas, ou pagam para não serem punidas. Agora se você faz parte da classe “C” por exemplo, suas chances no mercado de trabalho são menores, fica tudo mais difícil.
No Brasil precisamos de uma política social mais justa, onde todos sejam valorizados, comprometidos. Eu espero que um dia isso aconteça, apesar da descrença. Ainda acredito em um Brasil de todos.

Próspero ano novo.

POR GILDACE PEREIRA LISBOA (ELETRICIDADE DE BAIXA TENSÃO)
Quando comecei este curso de Eletricidade de Baixa Tensão, imaginava obter conhecimento para melhorar na profissão e na vida e estou conseguindo. Muitos conceitos teóricos sobre eletricidade que eu jamais tinha ouvido, consegui aprender aqui. Antes eu me achava “meio” eletricista, agora tenho certeza do profissional que sou, um eletricista inteiro, claro que não sei tudo, tem gente que sabe mais do que eu, mas conheço muito mais da profissão do que conhecia antes.
Quero me aprofundar cada vez mais nessa área e fazer outros cursos, focar cada vez mais minha atenção na profissão.
Pretendo também arrumar um emprego melhor em um empresa que mexa exclusivamente com eletricidade e me proporcione ganhos maiores e possibilidades de aumentar meus conhecimentos.
Acredito que a conclusão desse curso vai me ajudar muito a alcançar meus objetivos e terei muito sucesso quando sair daqui.

Caminhando para o futuro.


POR CRISTIANO ANTÔNIO DE OLLIVEIRA (ELETRICIDADE DE BAIXA TENSÃO)
Imagino o futuro como um destino distante, como uma cidade ou um lugar que está longe do nosso caminho.
Se eu quiser chegar em um lugar distante, hoje entendo que não é como imaginava na infância, pensava que de alguma forma iria dormir e no outro dia já estaria lá, no lugar desejado.
Hoje sei que se existe uma distância, ela não irá mudar ou diminuir, se ficarmos parados esperando que isso aconteça, se temos um destino, o melhor que podemos fazer é caminhar em direção a ele e o tempo para chegar vai depender da velocidade em que caminharmos.
Algumas pessoas vão mais rápido que outras e chegam mais cedo, mas cabe a cada um encontrar sua forma de caminhar, seu ritmo. E para mim é mais importante entender que mesmo devagar e sem parar podemos ir longe, podemos demorar, mas também chegaremos ao nosso destino.
Penso também que a única maneira de se chegar em algum lugar, ou num futuro desejado é pegando a estrada, estrada do desenvolvimento e da evolução para um futuro melhor.

Políticos X Oportunidade


POR RENATO FERNANDES (ELETRICIDADE DE BAIXA TENSÃO)

É só ligar a televisão e vêm as reportagens sobre política. É claro que não devemos nem queremos ser “analfabetos políticos”, mas é revoltante assistirmos a cada dia mais e mais escândalos políticos. Somos roubados a todo instante por estes “homens” que ao invés de priorizar o bem estar de uma nação de um povo que os elegem para que possam administrar, o que acontece é uma roubalheira descarada da parte desses governantes no maior cinismo.
Sabe o que eu gostaria que acontecesse? Bem, é melhor nem falar... a raiva não deixaria que eu continuasse educado. Mas pensando com a cabeça no lugar, deixando o sentimento de lado, será que se eu estivesse no lugar desses políticos não faria o mesmo? E esta resposta, darei em tom educado:
Tudo, na minha opinião é uma questão de caráter, de princípios e isso com certeza poucos deles têm. Eu vejo essas pessoas como oportunistas, “coitados”, não têm culpa se no passado tomavam banho na bacia e após se elegerem encontram uma enorme banheira de hidromassagem. Na verdade, a condição de poder roubar também é dada a eles e então porque não aproveitar?
Eles administram algumas coisas bem, (bem pra eles), a polícia federal não consegue prende-los isso só mostra competência na administração em favor do seu bem estar e o país, a pátria lhes dá este apoio, esta base, elaborando leis que os deixam fora de alcance, eles, os políticos se tornam inatingíveis.
Existe um provérbio que diz: “Não há mal que sempre dure e não há bem que nunca acabe”. Então penso que vai chegar o dia que a dívida será cobrada e todos nós teremos que pagá-la, porque fomos nós que os colocamos no poder.

Novas caras...

POR ROGÉRIO GOMES FERREIRA (ELETRICIDADE DE BAIXA TENSÃO)
Nessas minhas andanças pela cidade para realizar meus trabalhos, observo sempre nas mediações das escolas os jovens em grupos a conversar.
Muitos deles, com um visual nada bonito na minha opinião, roupas estranhas e sujas, observo também que o vocabulário tem palavras que não são do meu conhecimento e as ações são sempre para o vandalismo, a diversão parece brigas e sempre existe álcool e cigarros entre eles.
Isso tudo me entristece muito por saber que este comportamento está aumentando e em grande velocidade. Olha, eu vejo que estes jovens não estão somente nas classes de menor poder aquisitivo, mas sim em todas as famílias.
Será que estou errado por me preocupar com isso?
Penso que não, sou pai de duas adolescentes, fico pensando nelas e desejando o melhor para todos. Penso na educação falha, na família desestruturada, na facilidade para se conseguir drogas, na omissão dos governantes e também na falta de empregos, oportunidades para essa pessoas que serão futuros cidadãos.
E que cidadãos serão esses?
Assim sigo observando.

O círculo da minha vida...

POR UÉZIO DOS SANTOS OLÍMPIO (ELETRICIDADE DE BAIXA TENSÃO)

Apago a luz do meu quarto, fecho meus olhos para um descanso merecido e reflito sobre mais um dia de alegrias e tristezas...
Deus permitiu-me saúde para levantar cedo e encarar mais um dia de trabalho...
Isso é satisfatório.
As reuniões sobre segurança abordam fatos reais e que muitas vezes só ficam no papel...
Isso é triste.
A alimentação servida na empresa traz uma variedade grande de alimentos e isso é ótimo.
Por mais que eu me esforce, é impossível não sentir a injustiça na classificação muitas vezes injusta de alguns funcionários dentro da empresa, isso é terrível...
Chega a hora de ir embora, meu dever está cumprido, saio como entrei, sem acidentes...
Ah isso é maravilhoso!
Estou renovando a instalação elétrica de uma casa onde, as pessoas tem um poder aquisitivo muito baixo e mesmo assim preciso cobrar pelo meu trabalho, é isso é lamentável.
E vem a noite, tenho um curso a minha espera, lá enriqueço meus conhecimentos, convivo com pessoas formidáveis...essa parte é excelente.
E quando tudo acaba, recomeça tudo de novo como se fosse um círculo vicioso, sem começo nem fim , apenas caminhada ... e sentimentos.
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A Tecnologia Chegou.

POR RENATO VIEIRA DOS SANTOS (ELETRICIDADE DE BAIXA TENSÃO)
O mundo moderno está aí, passou o ano 2000 e quanta novidade as pessoas esperavam neste ano, seria o ano da “virada”. O homem do milênio chegaria à zero hora do primeiro dia do novo milênio. Escutei pessoas comentando que o mundo chegaria ao fim, que seria o fim dos tempos e realmente pra mim foi isso que aconteceu.
O ano 2000 chegou e hoje já estamos em 2008 e que correria, está faltando tempo para todo mundo, não temos mais tempo para conversar e abraçar nossos familiares, e também com novo milênio chegaram as novas tecnologias como o celular (aí até que dá para ligar, mas ainda permanece a distância). Antes do ano 2000 escutei pessoas falando que nunca mais iriam ao banco e que os caixas seriam enormes computadores e realmente são, grandes e complicados de se mexer e hoje essas pessoas não vão ao banco, pagam as contas via internet, é a parte da tecnologia a favor do banco ou do homem ou sei lá.
Hoje não se vê mais nenhum jovem com um microsysten no ouvido como nos filmes americanos, agora eles usam ipods, mp3, mp4, mp5...e por aí vai. Agora tudo é muito fino e leve e cabe nos nossos bolsos. Os carros do último modelo praticamente andam sozinhos é só digitar o endereço e lá vai ele.
É... para o homem moderno as tecnologias são valiosas, principalmente no campo da ciência, porém em mim existe o medo que com tantas tecnologias este mesmo homem se torne preguiçoso e consumista e incapaz de abrir um porta para atender um parente.
E na minha opinião o ser humano só será realmente moderno e cheio de tecnologias se realmente estiver empenhado em combater todo tipo de desigualdade e usar as novidades para o bem e não para se isolar.

Barreiras.

POR AGUINALDO DE PAULA RAMOS (ELETRICIDADE DE BAIXA TENSÃO)

Não me recordo a data, mas fiquei muito feliz quando vi meu nome na lista de aprovados para o curso CIPMOI. Liguei para os meus amigos dando a notícia, pois eles me incentivaram a participar, falei com várias pessoas, tudo isso antes de iniciar o curso, de tão grande era o meu contentamento.
Eu vi neste curso a chave para o meu sucesso profissional, porque o conhecimento enriquece e aqui no CIPMOI todos os instrutores são muito competentes dedicados e ricos em sabedoria.
Eu queria conhecer bastante de elétrica a ponto de ensinar aos outros, mas não sei o que se passa, às vezes desgosto, penso em desistir. Aí me lembro do início de tudo, da seleção e me reacende a luz da motivação e continuo freqüentando as aulas.
Nestes quatro meses aprendi muito, mas também muitas vezes entrei e saí vazio. Muitas vezes me falta concentração para colocar no papel o que aprendi na sala de aula e tudo isso se reflete em notas baixas.
Ainda busco forças para continuar, pois apesar das dificuldades, tenho esperança de superar meus obstáculos.

O que é ser um eletricista.

POR IDELCONDO L. V. BRAGA (ELETRICIDADE DE BAIXA TENSÃO)

Há uns seis ou sete anos decidi ser um eletricista. Como eu já trabalhava há mais ou menos dez anos com manutenção de microcomputadores, achei que seria uma boa escolha. Até mesmo porque toda vez que eu ia instalar um computador acabava fazendo também uma instalação elétrica.
Fiz um curso de seis meses de eletricidade de baixa tensão e depois de acabar comecei a espalhar panfletos pelos bairros na esperança de conseguir vários trabalhos e realmente consegui receber vários chamados. Fiz alguns orçamentos, os clientes ficavam de dar o retorno, mas a maior parte deles dizia que tinham achado alguém que faria o serviço por um preço menor. Eu tinha e tenho certeza que os meus orçamentos estavam dentro do preço justo e de mercado.
Então comecei a perceber que o eletricista que já é formado não tem valor no mercado de trabalho e as pessoas que precisam de um eletricista preferem pagar menos por “gambiarras” do que, pagar um preço justo por um serviço profissional, mesmo sabendo que correm o risco de ter problemas muito sérios.
Mas como eu não sou de desistir, estou fazendo outro curso (CIPMOI), bem mais avançado, porque dessa vez montarei uma loja de materiais elétricos.

Realidade profissional.

POR JACQUES GARCIA DE BROT(ELETRICIDADE DE BAIXA TENSÃO)
Com o crescimento demográfico e industrial em Minas Gerais, a energia elétrica está se tornando cada vez mais importante na vida das pessoas e a cada dia ela é mais utilizada. Sem ela é difícil imaginar como seria viver, porque dependemos dela para praticamente tudo que fazemos. Ela está presente em nossa casas, no trabalho, nas ruas, hospitais, e tudo que consumimos depende da energia elétrica para ser produzido.
É uma pena que os eletricistas, que são os responsáveis por tornar possível a utilização dessa energia tão importante em nossa vidas, não estejam sendo valorizados como deveriam.
Os eletricistas aqui em Minas Gerais estão sujeitos além dos riscos de acidentes de trabalho provocados pelo descaso de empresas que não oferecem condições ideais de trabalho e muitas vezes se recusam a fornecer os equipamentos de proteção necessários, também um outro tipo de desvalorização é a irresponsabilidade de empresas que utilizam profissionais de outras áreas para o serviço de eletricidade, como pedreiros, marcineiros e serralheiros que não tem qualificação e fazem instalações elétricas.
Essa empresas, fazem tudo isso porque sabem que em nosso estado, praticamente não há fiscalização e quando raramente ela acontece, os empresários ainda coNtam com aquele famoso jeitinho brasileiro.
Por causa desses absurdos, a profissão de eletricista tem sido muito difícil e mesmo assim os profissionais que amam o que fazem continuam trabalhando e tentando driblar todas as dificuldades sem perder a esperança de um dia poderem ser valorizados e que as leis e normas sejam cumpridas para que suas vidas sejam preservadas e o seu trabalho também.

A base de um homem.

POR MANOEL ARAÚJO DIAS(ELETRICIDADE DE BAIXA TENSÃO)

A maioria dos seres humanos busca suas realizações familiares, profissionais e sociais.
A família é um fator preponderante na realização de um ser humano, pois é nela que ele recarrega sua energia nos momentos difíceis. Na minha opinião um homem não vive sem uma família.
E o trabalho dignifica o homem, realiza seus sonhos materiais, cria oportunidades de novas amizades e ainda se aprende muito com os colegas de trabalho.
A realização social está agregada a família e ao trabalho, não tem com separa-los, pois eles se completam. A partir da união trabalho e família surge um ser digno, de boa índole apesar das suas imperfeições.

A base do homem na minha opinião é: família, educação e trabalho.

O DIA DECISIVO.

POR WESLEY LELES SALDANHA (ELETRICIDADE DE BAIXA TENSÃO)
Minha história começa no dia em que eu estava distraído em casa, como sempre assistindo televisão pensando e lamentando. Eu lamentava sobre o fato de ter quase 30 anos e ainda ter que escutar alguns desaforos do tipo: “ não posso assinar a sua carteira de trabalho como eletricista, pois você não tem curso”. E eu pensava: Nossa! Mas eu já fiz tantos trabalhos nessa profissão e todos foram trabalhos profissionais de excelente qualidade e as pessoas ainda ficam nessa, me pagando menos do que os tais profissionais de eletricidade que possuem cursos, logo eu que praticamente projeto e executo todo o serviço.
No mesmo dia falei com minha esposa e ela na hora retrucou: Você está dando mole!Não faça o serviço já que ele está duvidando do seu trabalho e não quer assinar sua carteira, estude primeiro, faça um curso e aí depois você é que vai resolver se vai aceitar o trabalho ou não.
Olhei para o lado, pensei: voltar a estudar é muito difícil, será que terei que pagar para estudar? Não sei se conseguirei, não sei se vou dar conta. Minha esposa disse de novo: Você não deve desistir antes de começar, tente!
Me virei e comecei a procurar uma escola para fazer um curso estava dando tudo errado, pois quando o preço dava para pagar já não tinha mais vagas.
No outro dia larguei o serviço e fui pra outro, mas na minha cabeça não saía a idéia de fazer um curso. Então me lembrei da UFMG, procurei a instituição, participei do processo seletivo e comecei a fazer o curso (CIPMOI).
Mas como tudo na vida, vieram as dificuldades, pois eu não conseguia combinar os horários e assimilar as matérias, não tinha nem tempo para dormir, nem dinheiro pra comprar a apostila e por o primeiro bimestre foi uma dificuldade, tudo na correria, virando noite e tentando acompanhar a turma.
Com o tempo fui me adaptando, me organizando e agora sei que vou até o fim.

Trabalho e educação: força de crescimento.

POR WELLINGTON MARTINELI(ELETRICIDADE DE BAIXA TENSÃO)
Ter somente o trabalho já é uma maravilha e deixa a pessoa com uma alto estima, mas também é muito importante ter como complemento a educação, a escolar e também a que trazemos de casa: “berço”.
Trabalhando você tem a oportunidade de conhecer novas pessoas, culturas e com isso buscar melhorar sempre seus conhecimentos.
Hoje as empresas estão voltadas para a formação educacional dos seus profissionais e investindo neles como cidadãos, através de programas de alfabetização, cursos internos, ajuda de custo para formação escolar, técnica e universitária.
A educação não está somente em adquirir conhecimento, ter diploma, existe o lado pessoal da formação familiar que pode ser trocada com seus colegas de trabalho.
A educação oferece aO mercado de trabalho, profissionais mais preparados, funcionários com maior capacidade de reflexão e argumentação.
Enfim a educação melhora muito o ambiente de trabalho das empresas, além de favorecer um bom relacionamento interpessoal.
Cultive sempre o trabalho com a educação e o resultado será o conhecimento.

Prática e teoria: amigos inseparáveis.

POR SYLAS DE ALMEIDA VEIGA (ELETRICIDADE DE BAIXA TENSÃO)
Bom, eu trabalho há muito tempo na área de segurança eletrônica, mas nunca havia feito um curso. Aprendi muito com a prática, mas sem nenhuma teoria. Como eletricidade é um área que gosto bastante, resolvei procurar um curso, pois conhecimento nunca é demais.
Um certo dia, li no jornal do ônibus que a UFMG estava oferecendo alguns cursos, justamente para quem tem experiência na prática e não tem experiência na teoria, então foi aí que o curso de EBT (Eletricidade de Baixa Tensão), entrou no meu caminho.
Minha trajetória começou com algumas provas de seleção, fiz duas e com muita dedicação fui selecionado.
No dia que recebi a notícia que havia passado no processo de seleção foi um momento muito legal, pois eu ingressaria num curso oferecido por uma das melhores faculdades do país, embora seja um curso de qualificação de mão de obra, foi um momento de muito orgulho pra mim e não foi fácil entrar e começar a estudar.
Logo começaram as aulas e no dia-a-dia fui conhecendo a rotina, as matérias que por sinal são muito difíceis, mas na minha cabeça só existia a sensação de estudar, me dedicar, ter paciência e determinação. Sempre busco o melhor e com o curso acho que conseguirei.

Sonhos...


POR BRUNO LACERDA (ELETRICIDADE DE BAIXA TENSÃO)

Sonhos, quem não teria os seus? Todos nós temos sonhos, são como nosso segundo “ar”. Sem o ar para respirar não sobreviveríamos, e sem nossos sonhos também morreríamos.
O meu sonho, é o futuro que desejo. Sonhei tanto em fazer um curso reconhecido, que me qualificasse e hoje estou realizando. Aos poucos vou montando meu futuro e sonhando.
Outro sonho é o desejo de estar com a pessoa que amo, ter filhos. Mas no momento procuro oportunidades para me tornar um técnico em eletrônica.
Sonhos... pra mim são como “ar”.

Tecnologia avançada.

POR HÉLIO SILVA(ELETRICIDADE DE BAIXA TENSÃO)



Às vezes fico pensando como pode o homem criar tantos inventos. Imagina só, como pode o telefone celular, que não tem fio ligado em lugar nenhum, nos permite falar com alguém como se estivéssemos próximos.
Às vezes fico abismado com tantas invenções. Será que um dia o homem vai inventar alguma coisa em prol da humanidade?
O avião foi criado para transportar pessoas e coisas, e se transformou em uma arma de guerra.
O computador é maravilhoso, mas em mãos erradas se torna outra arma.
O próprio homem inventa e destrói seus inventos. Às vezes o homem quer saber mais do que Deus. Coitado do homem, pois basta um olhar para ver como os homens são fracos.

Novidades no mercado.

POR LEONARDO PEREIRA(ELETRICIDADE DE BAIXA TENSÃO)


As novidades vêm a todo o momento, a cada minuto tem alguém criando coisas que são bem legais e que podem ser usadas por todos, como para a medicina, tecnologia visual e outros.
A tecnologia afeta todos os mercados e se você não se informar, acabará ficando desatualizado. Mais isso já vem de muito tempo, “homem derrubando homem”.
Mas olhando por outro lado, tudo que é de novidade, é bom.
Gosto muito de coisas novas que são importantes para meu crescimento e do meu país, mas gostaria que todos tivessem a oportunidade de saber o que tem de novo no mercado para ninguém ficar para trás. Será que isso acontecerá?



COMO TODO BRASILEIRO

O dia fica mais Belo, quando você sabe que tem que ir para o trabalho, mas nem todas as pessoas pensam nisso.
Meu trabalho é um pouco complicado, pois tenho que ser muito discreto. Vejo muitas coisas erradas como: traições, enganações, mas já me acostumei.
No dia a dia as coisas nem sempre são de rotina, fazer manutenção em vários hotéis não é fácil; mas vou levando sempre com o maior profissionalismo.
Ao chegar naquela bela segunda-feira, (como se toda segunda fosse bela), deparo com uma lista de consertos é muito chocante.
Mas aÍ penso como este povo (hóspede) consegue quebrar tantas coisas em pouco tempo.
Ainda bem que temos esses, se não eu estaria cavalgando em outras areias.

Quando eu vejo o trabalho lá fora.

POR LUIZ ALBERTO ALVES(ELETRICIDADE DE BAIXA TENSÃO)
A velocidade com que as pessoas andam, é impressionante. Todos têm um objetivo e seguem um caminho desenfreado. Muitos passam pelos mesmos lugares todos os dias e não percebem as manifestações dos enigmas naturais que desafiam a nossa imaginação.
O mundo cria ilusões que inebriam os sentimentos, que disfarçam de forma perversa o que a vida tem a oferecer.
E daí a vida passa, mas não passa o sentimento, o momento.
Todos correm incessantemente, e no momento em que eu vejo o relógio, eu tento entender esta busca. São momentos, cada segundo relacionado com a precisão dos passos em busca da vitória.
Viver em função, seguir algo com razão, quebrar a cabeça e construir de novo. O carro prossegue e em busca da chegada, as cores laterais ficam embaçadas e aumenta a emoção de ter o alcance dos sentimentos inexplicáveis.
As pessoas correm, mas o destino só saberei amanhã.
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EM BUSCA DO DOMÍNIO DA SITUAÇÃO

Em busca da perfeição a população mundial trava batalhas para superar seus limites.
Há dez anos atrás eu escutava músicas no disco de vinil, gravava para K7, mas daí veio o CD, talvez até a grande perdição das gravadoras. Pelo que eu saiba o vinil não tinha como ser pirateado.
Mas era pouco o conteúdo do CD que como já não bastasse ser superior ao vinil, possuía no máximo vinte músicas. Daí veio o MP3, também fácil de se piratear. Mas uma coisa é certa, a qualidade das músicas se perde.
De repente surge o micro aparelho de MP3, que hoje em dia ganha versões MP...não sei das quantas.
A intenção destes aparelhos, como celulares, computadores e aparelho de som, difundiram praticamente de graça, várias informações, dentre as quais músicas. Músicas que escrevo aqui.
A música que está presente hoje em cartões de memória sem fim.
Isto me faz refletir que ainda há um mundo tecnológico desconhecido que vai eclodir e fazer com que vários valores caiam por terra. Isso é fascinante e me alimenta em esperança de um futuro melhor para o planeta.
Mas tecnologia é uma arma que não pode cair em mãos erradas. Porque pode intervir na ordem dos acontecimentos, no espaço de tempo contínuo, que pode retroceder todas as conquistas.
Mais do que se preocupar com as novidades, eu acho que devemos nos apegar ao que atravessa várias gerações e não tem previsão de acabar. São coisas simples como um aperto de mão, um jogo de futebol, uma cerveja com os amigos.
Tenhamos fé em Deus e ....
Seja o que ele quiser....

João e a tecnologia.

POR JOÃO BATISTA DUARTE(ELETRICIDADE DE BAIXA TENSÃO)
Me lembro muito bem da época que estavam no auge as máquinas de escrever ou datilografar, todos que podiam corriam para fazer um curso de datilografia e tentavam empregos em escritórios ou empresas, grandes ou pequenas não importava, o que importava mesmo era que a datilografia era a sensação do momento. Eu e meus irmãos não tínhamos como fazer o curso, porque as dificuldades eram grandes demais, poucos recursos e além disso éramos muitos, somos ate hoje dez irmãos mais o meu pai e infelizmente não tenho mais a minha mãe. Além das dificuldades tínhamos também pouco interesse, eu, meu irmão e uma irmã (os mais velhos) tivemos que parar de estudar para trabalhar. Comecei como engraxate, camelô, trocador de ônibus, feirante e depois é que eu fui para a construção civil e aí não saí mais, por causa do trabalho não valorizado continuávamos sem recursos para acompanhar a evolução da tecnologia não tínhamos acesso, nem telefones, nem carros... depois de longos anos, comecei a me interessar por alguma coisa, como uma calculadora Olivetti, com ela aprendi a calcular, somar, diminuir, me ajudou muito. Hoje tenho celular e ainda não sei mandar torpedo, com o e-mail nunca me preocupei e agora estou passando o maior aperto no CIPMOI, mas tem o lado bom, aqui temos aulas de informática e eu não vou desistir enquanto não aprender a mexer com essa tecnologia, vou caindo levantando, mas chegarei lá. Tecnologia! Me assusta muito, que sufoco!

Bom Dia.


POR JÚNIO CESAR(ELETRICIDADE DE BAIXA TENSÃO)

Hoje vou falar um pouco sobre meu dia de trabalho.
Amanheceu e primeiramente dou um beijo em minha esposa e na minha filha, mesmo elas sem acordar, pois é muito cedo e só eu acordo nesse horário para mais uma jornada de trabalho.
No primeiro despertar fico triste porque não vou ter tempo para vê-las acordadas quando chegar, mas logo sou anestesiado pela responsabilidade de fazer com que o meu dia seja proveitoso e que a harmonia flua para que tudo comece e termine bem.
O primeiro passo é organizar tudo que precisarei para meu trabalho, só assim o rendimento será satisfatório, sou muito feliz, trabalho também para ajudar o próximo, não é uma caridade, mas um dever social.
Às vezes me pergunto: para quê tanta correria no dia a dia? Sou obrigado a me afogar neste capitalismo, pois se me deixar levar pela comodidade não pagarei as contas que sempre chegam como um bombardeio causando estragos se não forem quitadas.
No meu dia a dia uma das maiores alegrias é quando vejo as instalações prontas, tudo de acordo funcionando bem, a estética perfeita e ouvindo a palavra final do cliente de aceitação. Trabalho com muito carinho, mas sei que não sou perfeito, aceito idéias e criticas desde que não altere a segurança do que faço.A maior conquista do meu trabalho é a fidelidade e a permanência com os meus clientes parte importante e essencial da estrutura profissional de um eletricista. Assim vou vivendo o meu dia a dia, buscando bem estar profissional, pessoal e psicológico.

Da bicicleta ao playstation.


POR LINDALVO ALONSO DE OLIVEIRA(ELETRICIDADE DE BAIXA TENSÃO)


Quando criança meu sonho era um bicicleta, eu ficava olhando e admirando meus coleginhas que tinham pais com situação financeira melhor que os meus. Eles passavam pra cá e pra lá com suas bicicletas, pulando obstáculos, levantando a roda dianteira e eu lá babando torcendo para Deus iluminar a cabecinha de um deles ou que para a consciência do outro pesasse um pouquinho para eu dar umas poucas pedaladas (gíria muito utilizada na época).
Bom, mas tudo isso passou, hoje quase não se vê crianças jogando futebol, ou andando de bicicletas ou jogando bola na rua. O habitual hoje é a reunião de crianças em frente a uma televisão para a disputa de inúmeros jogos, cada um mais próximo da realidade que o outro. A vantagem disso hoje é que as coisas estão mais acessíveis que na minha época. Quase toda criança hoje que não pode ter playstation III pode ter o II ou até mesmo o I. Até eu já tenho um brinquedinho desses e hoje sou bem familiarizado com ele. O avanço tecnológico se dá de uma forma muito rápida, um aparelho de celular de dois anos atrás já esta ultrapassado e os de hoje em menos de um ano também estarão fora de linha.
Eu não vejo problema com os avanços tecnológicos, importante mesmo, é o acompanhamento na mesma velocidade da tecnologia para que não fiquemos ultrapassados e obsoletos.

EDUCAÇÃO: Uma alavanca para o desenvolvimento do Brasil

POR ALEX DE OLIVEIRA (ELETRICIDADE DE BAIXA TENSÃO)
EDUCAÇÃO: Uma alavanca para o desenvolvimento do Brasil

Com o advento da globalização, o comércio mundial de produtos manufaturados intensificou-se entre os países, ficou também acirrada a exigência de produtos mais inovadores, sofisticados e que atendam as exigências de qualidades dos consumidores. O Brasil não foge do contexto da globalização, precisando adquirir um equilíbrio em sua balança comercial para não ficar dependendo economicamente das potências mundiais.
É preciso exportar mais bens manufaturados e que agreguem um bom valor comercial, um exemplo disso é a indústria de jóias. O país possui vastas riquezas minerais, com jazidas de ouro, diamantes e várias pedras preciosas, estes vão na maioria na forma bruta para outro países. Os países que recebem essa riqueza mineral brasileira possuem excelentes joalheiros e ourives que transformam essa matéria prima em belas jóias que voltam pra cá para adornar os pescoços, orelhas e pulsos, principalmente das nossas mulheres ricas.
Se faz necessário, através dos governantes a criação de cursos de formação de joalheiros que atendam de forma gratuita e que agucem a criatividade dos milhares de jovens brasileiros lançados todos os anos no mercado de trabalho sem qualificação profissional.
Isso é apenas um exemplo do enorme potencial econômico que esta sendo desperdiçado no Brasil, faltam mais iniciativas dos nossos políticos em priorizar a educação profissional como forma de promover o desenvolvimento brasileiro.

Parece coisa de outro mundo.

POR ROGÉRIO COSTA PRATES (ELETRECIDADE DE BAIXA TENSÃO)
Sobre Tecnologia...
No nosso dia a dia deparamos com algumas coisas que parecem até de outro mundo, os homens tem a cada dia superado seus próprios limites em busca das facilidades, rapidez e inovação. Com o objetivo de fazer mais em menos tempo a máquina tem tomado o lugar do homem no mercado de trabalho e se não atualizarmos acabamos ficando para trás.
Outro dia enquanto assistia uma matéria na TV observei algo interessante e ao mesmo tempo parecia fugir da normalidade a cena era: uma equipe de médicos fazendo um transplante de coração, enquanto eles estavam trocando o coração do paciente uma máquina servia como coração e pulmão e isso o matinha vivo, fiquei muito surpreso, até aquele momento nunca tinha visto uma coisa parecida. Isso me fez refletir o quanto à tecnologia é importante para nossas vidas desde que saibamos usá-la.

Onde vamos parar?

POR RODRIGO DE PAULA GONÇALVES(ELETRICIDADE DE BAIXA TENSÃO)
Sobre Tecnologia...


Quando criança ainda me lembro de como o computador parecia algo distante da minha realidade. O tempo passou acabou o grupo escolar e veio o ginásio, nessa fase conheci várias pessoas e foi quando me formei que nosso grupo de trabalho escolar resolveu executar o trabalho final por meio do computador. No nosso grupo nenhum dos integrantes tinham boas condições financeiras, com exceção do “Alemão” filho do antigo delegado da cidade, a casa dele era uma das poucas que tinha computador e claro que todos nós na época, ainda crianças íamos correndo fazer os trabalhos na casa dele.
O filho da ... Mal deixava a gente ficar próximo ao computador, só no fim do trabalho, meio por misericórdia ele deixava a gente escrever o nosso nome na capa.
Nessa época um amigo do meu pai que possuía um escritório na cidade, estava modernizando o seu espaço de trabalho e como conseqüência disso, deu uma máquina de escrever para mim e para minhas irmãs. Ah! Não tinha nada melhor, eu ficava treinando horas o meu nome, só para ter o prazer de chegar na casa do “Alemão” e escrever meu nome na capa do trabalho sem olhar para o teclado do computador. Bons tempos eram aqueles, hoje o computador pra mim é essencial, serve como instrumento de pesquisa através da internet.
O computador tornou-se algo rotineiro, onde todos praticamente sabem mexer.
Mas a tecnologia é algo realmente engraçado, assim como houve a evolução da máquina de escrever para o computador, do telefone para o celular, teve evolução da televisão, radio, editor de texto, controle remoto, GPS, câmara fotográfica, filmadora, enfim, se eu for listar tudo, essa folha seria pouco.
Desse jeito não dá para saber onde vamos parar, talvez até cheguemos ao estado de “Matrix”, onde a máquina vai dominar o homem. Desculpe-me, mas não quero estar vivo para contar essa história.

O Trabalho e a Educação.

POR CARLOS EDUARDO CARDOSO(ELETRICIDADE DE BAIXA TENSÃO)
O trabalho e a educação andam juntos há muito tempo.
Vou começar a contar essa história a partir da época dos escravos. Nessa época somente os fazendeiros (patrões, donos das riquezas) é que tinham ou podiam pagar pelo privilégio de estudar.
De algum tempo pra cá, com o fim da escravidão, com a industrialização do país, a chegada dos emigrantes as coisas começaram a mudar, afinal para crescer precisaria de mão de obra especializada e assim começaram a surgir escolas, faculdades, ensinos profissionalizantes.
Em outras épocas buscava-se profissionais até fora do país, no tempo atual se vê quase o contrário, muitos trabalhadores qualificados e atuantes em suas áreas conseguem empregos em outros países. Dessa forma fica-se provado que a educação e a qualificação de cada um ou de uma classe é ingrediente fundamental para a profissionalização. Nos tempos de hoje também a concorrência é muito grande, muitos desistem, mas a verdade é que a empresa não quer mais um profissional, mesmo que ele seja um faxineiro, sem estudo. Para qualquer profissão precisa ter uma educação escolar e profissional. O mundo hoje esta assim, concorrido, acirrado, precisando de pessoas polivalentes que aceitem desafios e que não desistam e que também não fiquem lamentando se as portas se fecharem, mas que façam com que se abram mais portas para que além de entrar possamos escolher.
Quem sabe no futuro não tenhamos pessoas à frente do nosso país que façam com que a educação cheguem a todos, a todas as nossas crianças, aí sim nós poderemos ver que o trabalho e a educação andam de mãos dadas.
Dessa forma poderemos mostrar para todos porque somos brasileiros e que não sabemos só jogar futebol e prostituir as nossas mulheres e nem migrar para outros países a procura de riquezas. A riqueza está aqui, precisamos é estudar.

Meu Fusca.


POR CARLOS HUMBERTO(TECNOLOGIA DA SOLDAGEM)
Cenas cotidianas...

Eu saí de casa domingo para ir na feira do Mineirão afim de negociar um carro. Chegando lá estacionei o veiculo e fiquei esperando os interessados. Esperei, esperei.... até que chegou um senhor boa pinta com estilo marajá e me disse: - Bom dia!
Eu respondi:
- Bom dia.
Ele perguntou:
- Quanto você esta pedindo por esse carro?
- R$5.300,00 (cinco mil e trezentos reais).
- Mas está caro este fusca, eu só queria compra-lo para andar na roça.
Então eu respondi:
- Meu senhor o preço é este e eu não estou vendendo o carro só para andar na roça, estou vendendo um automóvel para andar em qualquer lugar.
Ele se irritou e foi embora, nesses momentos fico pensando como a comunicação pode fazer a diferença em negociações.

Hora certa.


POR ROBSOM WILLIAN(TECNOLOGIA DA SOLDAGEM)
Tudo começou em um dia no ônibus. Eu estava sentado distraído olhando pela janela, me virei e logo meus olhos enxergaram somente TECNOLOGIA DA SOLDAGEM, pensei que era uma propaganda, lendo observei que se tratava de um curso oferecido pela UFMG. Nisto me interessei pelo curso, já estava em cima da hora, fiz minha inscrição, prova e entrevista, não passei na entrevista, fiquei muito chateado e pensei: Não é para ser agora. Dois anos se passaram e eu ainda continuava inconformado com a situação que eu estava, sem objetivo algum, quando minha esposa viu outros cartazes do curso e me falou, logo pensei, tentarei de novo. Desta vez passei em todas as etapas e estou aqui. O curso até hoje tem me acrescentado em muitas coisas, já abriu minha cabeça perante o mundo, já me deu um objetivo a ser conquistado de ir até o fim e eu sei que vou conseguir, mesmo que da primeira vez eu não consiga, continuarei tentando sem desistir.
Sei que na vida temos altos e baixos e também temos que aprender viver com esses desafios, pois todas as coisas têm o tempo e a hora certa para acontecer. Às vezes não conseguimos o que queremos de imediato e sei que não é porque não merecemos, mas sim porque ainda não esta na hora certa. Não vou desanimar, sempre que não conseguir alguma coisa levantarei a cabeça e caminharei atrás dos meus sonhos.

O soldador.

POR SILAS GONÇALVES MEIRELES(TECNOLOGIA DA SOLDAGEM)
Entre muitas profissões que existem em nosso estado, a profissão de soldador em alguns pontos tem uma boa valorização que pode ser vista por todos da área da metalúrgica e também pela sociedade.
O soldador em atividade dentro de uma boa empresa lhe é atribuído uma alta confiança pelo trabalho que exerce, pois é de muita responsabilidade. Ele tem incorporado ao seu salário a instabilidade em algumas áreas, como por exemplo, em algumas ocasiões só trabalha meio período.
Mas como nem tudo é bom, em muitas empresas seu salário é desvalorizado para um profissional e principalmente para um pai de família que é a condição civil da maioria dos soldadores. Ainda existe essa desvalorização a ser discutida e superada para um total reconhecimento profissional.
O campo de trabalho para a soldagem em Minas é aberto e amplo, no momento, por exemplo, falta mão de obra qualificada.
Dentro da sociedade também podemos ver um maior reconhecimento do profissional de soldagem.Penso que com Cursos como o CIPMOI a valorização do profissional da soldagem tende a melhorar.

Cuidado com o tempo...


POR ALAN LEAL DA SILVA ( TECNOLOGIA DA SOLDAGEM)
Uma história de Comunicação.

Um dia ao chegar no CIPMOI um pouco atrasado como de costume, onde os atrasos são sempre pelo mesmo motivo:
Fico todos os dias namorando na praça da estação até dar o horário e por isso me perco nas horas...
Mas como estava contando, cheguei atrasado e pedi ao instrutor:
- Posso entrar?
- Ele disse, não!
Respondi:
- Tudo bem.
Saí correndo, liguei pra minha namorada pra voltar a namorar, já tinha perdido a aula mesmo.
Quando ela atendeu, já estava no ônibus.
Esse dia fiquei sem estudar e sem namorar...
Preciso tomar mais cuidado com o tempo.
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Uma história...

POR ARNALDO OLIVEIRA (TECNOLOGIA DA SOLDAGEM)

Apesar de não ter muita afinidade em me expressar pretendo me dedicar ao máximo nessa história.
Bom, no início voltei a estudar para ser um bom exemplo para os meus filhos, dizem que estes se refletem nas atitudes dos pais. Então pensava: Puxa vida, eu só conclui o primeiro grau e assim fica difícil incentivar as crianças, então me matriculei numa escola da EJA (Educação de Jovens e Adultos). Comecei sem incentivo algum, pelo contrário, muitas pessoas falavam que eu havia voltado para a escola para gandaiar e que eu não iria muito longe pela dificuldade em trabalhar, ser pai e estudar. Confesso que sempre tive medo disto, mas também pensava: vou só mais um dia, hoje e amanhã e se eu cismar, eu paro. Porém nos dia em que eu não agüentava mais sempre havia uma coisa diferente que eu aprendia, ou uma nota satisfatória que me encorajava. Então chegava em casa todo metido e mostrava para família, as crianças começaram a me mostrar as notas escolares delas também e isso me incentivava.
Depois de me formar ouvi comentários do CIPMOI, me inscrevi e estou aqui. Hoje penso em ser um soldador sub aquático e engenheiro mecânico, minha esposa também está quase se formando, meu filho está se preparando para ingressar na escola militar e minhas filhas vêm seguindo o exemplo do estudo, a fila que eu comecei a puxar, cada um vai seguindo a seu modo. Todos me apóiam e todos se apóiam, os que não acreditaram em mim e me desencorajaram estão estacionados. Enquanto eu e minha família estamos caminhando.
Esse é apenas um pequeno resumo de tudo que aconteceu nessa trajetória.
Espero que gostem...

Minhas viagens.

POR EDVALDO PEREIRA (TECNOLOGIA DA SOLDAGEM)

A partir do ano de 2009, irei para o Mato Grosso do Sul, trabalhar na montagem e manutenção de correias transportadoras na extração de minério. Espero praticar o que aprendi durante o ano atual. Provavelmente em 2010 irei para a África do sul, trabalhar na construção civil. Este país é carente de trabalhadores qualificados e quem tem a coragem de se aventurar pode ganhar ótimos salários. Para mim, trabalhar no trecho por dois anos seria o bastante para terminar a minha casa.
Se por ventura o trecho me oferecer estabilidade e condições de trabalho então em 2009, continuarei a estudar e farei um curso de direito e se essa possibilidade der certo não sairei do país.
Pretendo trabalhar com solda somente até me formar em Direito e acredito que só assim poderei dar melhores condições a minha filha para que ela possa estudar sem passar pelos problemas que passei e que ela tenha uma caminhada digna.

Hoje...

POR FÁBIO ALVEZ BASTOS(TECNOLOGIA DA SOLDAGEM)
Sobre uma cena cotidiana...

Hoje acordei bem cedo, pois tinha um exame marcado.
Chegando lá me deu um frio na barriga, logo logo entraria na agulhada. Sentei-me no sofá de espera e fiquei olhando o vai e vem das pessoas. Dentre elas mulheres de jalecos brancos que me fizeram pensar:
Qual delas será? A mais gordinha... parecia não ser a mais apropriada, por ter a mão pesada e também pelo grito que ouvi de seu paciente.
A magrinha... com cara de malvada, me pareceu ser a mais indicada, tinha cara de quem leva o que faz a sério, é acho que poderia ser essa...
Mas aí chegou a minha vez e ...
Não foi nenhuma das duas que imaginei, quem iria me atender era uma linda estagiária que me recebeu com um sorriso, pegou minha mão e colocou sobre um encosto, amarrou um garrote em meu braço, passou álcool na minha veia e então logo eu vi que já era uma boa funcionária. Não bateu na veia como fazem algumas técnicas, “bater na veia mata as hemácias e não queremos isso não é?”
Algumas enfermeiras ou técnicas de enfermagem fazem o trabalho com tanto gosto que a gente nem sente a picada da agulha.
- Pronto! Disse ela.
Pensei: Leva-se dois longos anos estudando hemácias, leucócitos, protozoários, uma infinidade de matérias como imunologia, biologia, saúde pública e tudo isso se resume em uma ação de poucos segundos.
E por causa de uma boa profissional foi-se o meu medo de agulhas.

A Rotina de um casal trabalhador.

POR AILTON NEVES (TECNOLOGIA DA SOLDAGEM)
“Todo dia ela faz tudo sempre igual
Me acorda as seis horas da manhã
Me sorri um sorriso pontual
E...
Ela prepara o café, em seguida acorda as crianças para a escola, depois toma um banho e se prepara para o trabalho, sai de casa pra cumprir seus afazeres e depois de completar sua jornada de trabalho, lá está ela de volta em casa e então...
Começa outro trabalho que jamais termina, primeiro lava todas as louças da cozinha que não são poucas, arruma os quartos, tira a poeira, lava roupas e ainda prepara um gostoso jantar.
Por outro lado cumpro também a minha rotina. Acordo às seis horas da manhã tomo meu café, pego minha moto e sigo meu trajeto. Bato meu cartão, começo mais um dia agradecendo a Deus, por ter um trabalho e capacidade para exerce-lo, depois de cumprir minha jornada de trabalho vou para escola (CIPMOI) onde tento melhorar meus conhecimentos na minha profissão.
Minha rotina está ligada a da minha esposa, e fazemos dessa rotina uma união saudável, na qual nos amamos e crescemos juntos, refletindo em nossos filhos o melhor que podemos, pois eles são a razão dos nossos sacrifícios e alegrias.

Meu futuro.

POR SEBASTIÃO ADRIANO (TECNOLOGIA DA SOLDAGEM)
Eu tenho vários projetos para o futuro.Vou terminar o ensino médio e vou procurar me qualificar ainda mais na minha profissão.
Tenho um lote bem grande e já fiz um projeto de construir um prédio de três andares para que além de morar ainda possa ganhar uma renda para minha família, principalmente para minha esposa. Ela me ajuda muito, paga o aluguel para que eu possa construir a nossa casa e é por isso também que falo que ela merece uma renda extra para que um dia volte a estudar, sem preocupação e com condições para isso.
Já fiz o alicerce dos apartamentos, com muita dificuldade, mas muito bem feito e também já levantei as paredes do primeiro apartamento que está no ponto da laje, e espero que até o fim do ano o verei pronto para que no começo de 2009 possa me mudar para lá,para o meu prédio.
Vou trabalhar muito para terminar essa construção, alugarei os outros apartamentos e assim poderei dar uma vida e um futuro mais tranqüilo pros meus filhos.

Na busca do aprender.

POR THIAGO VITOR FERREIRA PACHECO (TECNOLOGIA DA SOLDAGEM)
Comecei o curso com muita empolgação porque é muito bem falado no meio metalúrgico e bem considerado no mercado, hoje bem competitivo.
No inicio do curso tive muitas descobertas com a variação de processos de soldagem, técnicas. Mas no decorrer do curso, aconteceu algumas trocas de instrutores e foi muito ruim pra mim, um caos.
Com a falta de professores e com muitas discussões em sala de aula, comecei a ficar com preguiça de estudar, de vir para o curso e ainda tinha o dia cansativo de serviço que dificultava ainda mais a motivação. Um dia, depois do empenho de algumas pessoas a tempestade passou, chegaram novos instrutores.
No presente momento tudo está bacana, vamos entrar de férias, estamos no meio do ano e quando voltarmos,chegarei com mais vontade para aprender mais.
Espero com a ajuda dos professores e dos colegas sair do curso mais preparado para o futuro.

Meus projetos:

POR RICARDO GOMES DE OLIVEIRA(TECNOLOGIA DA SOLDAGEM)

Meus projetos estão quase todos em minha mente, mas até então eu não os tinha organizado, vou tentar fazer isso agora.
Assim que terminar meus estudos eu pretendo procurar uma ocupação em outros mercados. Pode ser fora ou dentro do estado, posso fazer isso por não ser casado e nem ao menos ter uma namorada. Segundo passo, pretendo me especializar na profissão seja soldador ou mesmo técnico de soldagem. Assim pretendo me fixar em uma região ou cidade e refazer minha vida, quem sabe até me juntar ou casar com uma pessoa, porque há sempre alguém maravilhoso para se conhecer, eu não penso em ter filhos, não porque não gosto, mas sim porque me sinto um pouco velho para tê-los.
Dentro desses projetos eu não correrei atrás de ficar rico porque sei que a maior riqueza do homem é estar vivo e saber que na nossa individualidade somos muito importantes com as pessoas a nossa volta, sejam elas parentes ou não.
Tenho também um projeto ou sonho que é de me lançar como artista plástico visto que, sempre me encantei com as formas e consigo transformá-las em coisas fantásticas e maravilhosas, é algo que esta dentro de mim é inexplicável, é como se eu pudesse tocar o irreal.
Essas palavras são apenas um pouco dos meus pequenos projetos que mudarão pelo menos o meu mundo.

Minha educação junto à soldagem.

POR FERNANDO DUARTE (TECNOLOGIA DA SOLDAGEM)


Final da década de 90, dezenove anos, nenhuma profissão definida. Foi quando conheci a área metalúrgica, não trabalhava com soldagem no inicio, mas já vinha me despertando grande curiosidade ao pensar no que havia atrás daquela luz tão intensa. Após pouco tempo comecei com alguns pontos de solda até me aprofundar no assunto e aí já era. Virei um soldador, minha mãe disse: filho, isso te fará mal. Mas aí, com toda segurança me especializei cada vez mais aprendendo novas teorias, novas técnicas e tecnologias, opa! Por falar em tecnologia estou adorando o curso de TECNOLOGIA DE SOLDAGEM, através deste curso estou em um novo emprego e já estou colhendo frutos com uma promoção já em vista após a conclusão do curso. E isso é apenas um grão de areia no meu oceano de conhecimento junto à soldagem.

Estudar faz a diferença.

POR FERNANDO FERREIRA MAGALHÃES(TECNOLOGIA DA SOLDAGEM)

Sou soldador há quatro anos e gosto muito da profissão que escolhi. Um dia um amigo me falou de um curso de soldagem que é realizado na UFMG (CIPMOI), eu me interessei e procurei saber o que precisava ser feito para entrar neste curso. Fiz uma prova de seleção e passei para a segunda etapa que era uma entrevista.
Graças a Deus eu fui um dos escolhidos para o curso, hoje estou aqui estudando e trabalhando muito. Apesar de muitas mudanças de instrutores o curso vai muito bem.
Tudo na vida pode acontecer, tudo que a gente planeja não depende só da gente. Eu estou aqui para adquirir conhecimento e qualificação para minha profissão, estou estudando muito, estou passando por muitas lutas, mas tenho certeza que este curso vai mudar a minha vida em relação a muitas coisas como: mercado de trabalho, salário e relações humanas. Fiquei muitos anos sem estudar, mas hoje eu sei que estudar faz a diferença na vida.

Pelo mundo...

POR ALEXANDRE PIMENTEL (TECNOLOGIA DA SOLDAGEM)

Compreendendo o sentido da maturidade, somos obrigados a estruturar os planos futuros, os lucros, os prejuízos e a partir daí desenvolver um caminho seguro.
A idade vem chegando e como um bom mineiro, vai nos empurrando a cada dia para um período estacionário, portanto enquanto a velhice não chega pretendo aumentar meu patrimônio trabalhando fora do país por meio de um contrato de uma empresa na África durante 4 anos, tempo suficiente para adquirir mais mini-casas, um galpão e mais algumas casas. Assim, acho que terei a segurança de um futuro melhor para minha família e minha filha.
Também penso que depois de 4 anos poderei me candidatar a um cargo político na minha cidade, porque lá minha família é muito conhecida e faz parte da política.
Com os alugueis terei renda superior e posso até trabalhar por conta própria contando com a experiência já adquirida no passado. Quando isso tudo acontecer já estarei com quarenta e um anos.
Então irei a Brasília, Rio Grande do Sul e em 2013 visitarei o túmulo do grande general De Gaulle ( Antes da Segunda Guerra Mundial, era conhecido como um grande tático de batalhas de tanques e defensor do uso concentrado das forças blindadas e da aviação. Foi o líder das forças francesas livres durante a Segunda Guerra Mundial e chefe do governo provisório de 1944-1946.)
Irei a Roma conhecer a capela de Santo Agostinho e ao Vaticano. Contudo ainda realizarei um grande sonho, não deixarei de visitar a Inglaterra e a minha familia na Itália.
Grandes sonhos!

Projetos futuros.

POR ÉZIO ALMEIDA (TECNOLOGIA DA SOLDAGEM)

O meu futuro, pertence a Deus, mas é meu! E eu penso nele todos os dias e todas as noites.
A primeira coisa que tenho que resolver é concluir e conseguir o meu diploma de técnico de soldagem e isso com certeza vai melhorar o meu currículo e as grandes empresas vão abrir as portas para mim, falo da Petrobrás, Fiat, etc... .
Já tive algumas oportunidades, mas faltava um diploma, não faltará mais.
Bom, eu penso se tudo der certo até 2009 eu também montarei uma pequena empresa de aquecimento solar, tenho experiência em instalação de aquecedores e vou apostar nessa oportunidade.
Eu quero mesmo é ganhar muito dinheiro e viver bem com minha esposa e meu filhinho, curtir bastante nossa vida, passear, viajar, tudo com saúde. O meu futuro é pensado assim em Deus e em mim.

Chegou a hora.


POR GILBERTO DOS SANTOS(TECNOLOGIA DA SOLDAGEM)

Chegou a hora de novo, aos seis anos de idade, essa hora apareceu para mim, no momento eu estava ansioso e com medo pois não sabia o que iria encontrar pela frente. Para meus pais era o começo de uma vida por que a partir da escola na cabeça deles, minha vida ia começar . Todas as pessoas em um determinado momento da vida tem que ir a escola para aprender a ler, escrever, fazer contas e eu me pergunto: e o objetivo maior? Eu ainda não sabia, além disso nem todas as pessoas conseguem aprender, algumas desistem outras param, vão para a luta atrás de trabalho. No meu caso comecei a estudar com o objetivo de crescer, tive um grande apoio dos meus familiares, tive oportunidades, mas aí eu dei uma brecha para o mundo, foi o maior erro da minha vida, chegou a idade de trabalhar e larguei o estudo com o objetivo de aprender uma profissão, eu poderia ter feito as duas coisas, estudado e trabalhado, como meus familiares queriam, mas não fiz.
Hoje estou de volta aos estudos com o mesmo objetivo de crescer só que dessa vez não irei desistir já conheço os desafios que antigamente desconhecia. Aprendi ainda que nunca é tarde para correr atrás dos sonhos, porque tudo que você quer depende também de você. Não adianta só seus familiares e amigos falarem, a gente tem que querer também.

Superação.

POR VANDERSON SILVA DE OLIVEIRA ( TECNOLOGIA DA SOLDAGEM)

No fim do ano de 2007, para ser mais exato no dia 21 de dezembro, eu estava participando de um amigo oculto, quando meu telefone tocou próximo às 10 da noite: Minha cunhada me comunicou que minha mãe estava passando mal, tinha sido internada, e que a médica que a examinou queria falar com algum dos filhos. No mesmo instante saí em direção ao hospital, chegando lá procurei a médica que tinha atendido a minha mãe, ela com muita clareza me disse:
- Olha, sua mãe precisa colocar um marca-passo no coração, porque os batimentos estão diminuindo muito, ela pode morrer ate dormindo, e essa operação tem que ser feita o quanto antes possível.
Imagine o meu estado, passei a noite com minha mãe pensando e rezando.
Pela manhã comuniquei aos meus irmãos e o restante da família, procuramos saber o valor da operação e aonde poderia ser feita e então surgiu outro obstáculo, esse tipo de cirurgia só poderia ser feito no Hospital Felício Roxo e era caríssima. Eu Tinha algumas economias mas não passava nem na sombra do valor exato. Foi aí que um colega e ex-funcionário do hospital me ligou dizendo que conseguiria a vaga pelo SUS e que a operação aconteceria no dia seguinte. Dito e feito, chegou no dia 23 de dezembro a operação foi realizada as 15:45h com sucesso.Alguns colegas vieram me desejar um Feliz Natal e comentaram comigo se eu já tinha ganhado um presente tão importante quanto esse, afinal minha mãe estava fora de risco. Um dos meus colegas me perguntou o que eu queria de ano novo e eu respondi que maior presente do que esse não poderia ganhar, mas que precisava fazer um curso de soldagem. Foi nesse momento que ouvi o nome CIPMOI pela primeira vez, Lílian Antônia colega de longa data me explicou como acontecia o processo de seleção e entrevista. Fiz tudo e passei, estou aqui aprendendo muito, vou até o fim e quero muito mais, sei que não só eu mas todos precisamos de desafios e enfrenta-los faz parte da vida, se vamos vencer ou não só Deus sabe.

Desafios...

POR GERALDO BARBOSA (TECNOLOGIA DA SOLDAGEM)

No dia que vi a faixa na portaria do CIPMOI fiquei muito feliz com o anúncio: Uma oportunidade igual a essa, de fazer um curso de soldagem para o mercado de trabalho é importante demais, depois fiquei sabendo quais os tipos de solda eram oferecidos no curso e aí a alegria foi total.
Como tudo na vida não é fácil comecei a me preparar para fazer a prova de seleção, todo tempo que tinha ficava estudando para a prova.
Consegui passar na primeira prova e na entrevista, hoje sou aluno do CIPMOI.
No principio veio à empolgação, a ansiedade de voltar a escola, levantar cedo para ir trabalhar e depois ir para a sala de aula, essas coisas não são tarefas fáceis, um longo tempo sem estudar dificulta as coisas. Não fui bem no primeiro semestre, mas estou melhorando. Para enfrentar esse desafio preciso contar com a força de vontade dos meus familiares, colegas e professores e isso já vem dando resultados. Espero que até dezembro não só eu, como a turma toda possa superar todos os desafios. Sairemos do CIPMOI formados e felizes.

Como usar bem a tecnologia.

por FREDERICO VIEIRA( Tecnologia da Soldagem)

Já me disseram que para trabalhar, teria que ter apenas boa vontade e disposição e que os estudos não eram tão importantes. Bem, o que será que as pessoas estão fazendo ou pensando a respeito da situação que estamos enfrentando? Ora, sem dúvida todos nós que trabalhamos e os que pretendem um dia trabalhar precisam estar atentos aos avanços e acontecimentos, pois trabalho e educação estão ligados principalmente em grandes pólos industriais e também em lugares onde não se imaginava até pouco tempo que chegaria tanta tecnologia e avanço.
Pense no computador, na internet, celular, carros biocombustíveis, todas essas coisas até pouco tempo ninguém imaginava que seria tão acessível. O celular, por exemplo, que hoje até as crianças brincam antes se resumia no telefone fixo, que poucos tinham acesso e muitos usavam o do vizinho. A televisão que antes era considerada baba das crianças, hoje tem modelos infinitos, existe também a internet que de tão diversificada precisa ser controlada pelos pais.
Por tanto, todo trabalho requer educação, orientação em todos os casos, seja para garantir o salário no final do mês, seja para conviver com aqueles que estão a nossa volta. Pensando assim, trabalho e educação se colocadas no seu devido lugar podem dar frutos e para aqueles que pensavam que só boa vontade e disposição resolveriam as questões da vida se enganaram, trabalho e estudo caminham juntos.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Minha volta a sala de aula.


POR ATAÍDE OLIVEIRA DE MORAIS (TECNOLOGIA DA SOLDAGEM)


Toda pessoa que passa muito tempo sem estudar, quando retorna à escola passa por muitas dificuldades. Quando comecei a fazer o curso tecnologia de soldagem, a primeira dificuldade que tive foi no trabalho porque o patrão não gostou do horário, tive que parar de trabalhar no sábado e também de fazer horas extras semanais.
O segundo foi a minha readaptação à sala de aula , a convivência com outros alunos, tudo é muito diferente da convivência com os colegas de trabalho. Aqui no CIPMOI existe tempo para todos expressarem seus pensamentos e idéias, no trabalho este tempo não existe, é pouco tempo para conversa, tudo é muito corrido.
A terceira dificuldade que tive foi em relação a minha família, tenho dois filhos pequenos, uma menina de sete anos, que é o meu orgulho e um menino de três anos que é o meu xodó, passo a semana inteira sem vê-los, sem ouvir a voz deles, não ajudo mais no dever de casa, nem assisto mais os desenhos animados. A noite quando chego do curso vou ao quarto dos meus filhos e dou um beijo neles, vejo se estão cobertos, mas não é a mesma coisa, não mata a saudade nem a vontade de conviver de estar com eles todos os dias nem que seja por pouco tempo.
Mas a vida é assim um eterno aprendizado a gente tem que aprender e abrir mão de algumas coisas para adquirir outras. O que me dá força e não me deixa desistir é que este curso, (Tecnologia da Soldagem) faço pensando neles, para dar mais conforto, mais lazer, etc.
Sei que na vida existem muitos desafios, ainda pretendo continuar a estudar, quando meus filhos estiverem maiores terão orgulho do pai.

A necessidade de voltar a estudar.

POR PAULO NERI DE JESUS MOTTA ( TECNOLOGIA DA SOLDAGEM)

Hoje nós vivemos em mundo globalizado, por isso temos a necessidade de voltar a estudar. Para isto enfrentamos desafios, há algum tempo não pensávamos em voltar para a escola, hoje pensando no futuro vejo que a maneira que eu pensava estava errada de que o estudo não era tão importante. A sociedade foi acordando e vendo a necessidade de enfrentar esse desafio e é um grande desafio porque muitas vezes temos que superar o desemprego, o corre corre do dia a dia para poder estudar e se formar.
Percebemos que nas faculdades as pessoas estão lutando para a formação, por uma vaga no mercado de trabalho, estudam mesmo depois de uma dia corrido, ônibus cheio, trânsito caótico e muitas vezes a única coisa que sentem é a vontade de desistir.
Penso que somos impulsionados pó uma força, uma vontade de vencer, de provar que não estudamos em vão.
Desde o descobrimento do Brasil, penso que o povo brasileiro vem enfrentando desafios. Somos desafiados e tentamos superar com luta , garra e coragem, para um dia conseguirmos ser um país melhor.
Por isso o desafio de voltar a estudar é tão importante, não só pra mim, mas pra uma nação que quer crescer.

O soldador em Minas Gerais

POR ADEMIR PEREIRA (TECNOLOGIA DA SOLDAGEM)

A valorização da profissão de soldador no contexto de Minas Gerais.
Em Minas Gerais nunca se viu tantas obras nos últimos anos e governos, são tantas que não dá para acreditar temos um prefeito que oposto partidário do governador, mas ambos são bons nesse sentido.
Minas Gerais que se encontrava apagado num cenário de infra-estrutura, hoje volta a brilhar com suas obras de grande porte. Isso fez com que muitas profissões que estavam com excedentes de profissionais, voltaram a ser essenciais nas atuais circunstâncias. O soldador em Minas Gerais, por exemplo foi uma profissão que teve uma valorização muito grande, já que tudo que passa por obras necessita desse profissional. O nosso estado com esse crescimento nessa área da construção tem dado boas oportunidades de trabalho.
Penso que como profissionais devemos nos preparar cada dia mais, a mudança de uma cidade de um povo se faz por meio da educação, nós soldadores devemos aproveitar as oportunidades que forem possíveis, e assim nos qualificar profissionalmente e pessoalmente.
Nunca se viu tantas obras em Minas, a hora é agora, podemos ajudar nosso estado, nosso povo, nosso país com o trabalho qualificado.
Soldador qualificado em Minas Gerais - Progresso mineiro.

Dias e Noites.

POR LUIZ CARLOS ROCHA (TECNOLOGIA DA SOLDAGEM)

Eu trabalho num horário diferente de muitas pessoas, quando parte das pessoas estão dormindo, eu estou trabalhando. Trabalho no terceiro turno de 22:30 às 06:00. É um horário puxado mas no momento é o único horário que dá para conciliar com o estudo (tecnologia da soldagem CIPMOI).
O trabalho que executo e montando e soldando peças para automóveis. Eu gosto do que eu faço pretendo uma melhor colocação no mercado de trabalho. Gostaria um dia de ser inspetor de solda qualificado pela Petrobrás. Sei que esse objetivo vai exigir muito de mim, o trabalho é pesado, custo elevado.
Voltando um pouco à função que eu executo, muitas vezes me sinto contrariado, porque muitas vezes não sou devidamente valorizado pelo grau de responsabilidade que a minha função exige. As peças que passam por minhas mãos na produção envolvem risco de vida, tem garantia de no mínimo dez anos e a empresa como tantas outras valoriza alguns funcionários e desvaloriza tantos outros.
Mas a verdade é que enquanto eu trabalho, a maioria dorme.

CANTADA MAL SUCEDIDA

POR ANDERSON LOPES( TECONOLOGIA DA SOLDAGEM)

Sobre alguns tipos de comunicação...

Estava na praça e vi uma menina de blusa verde.
Eu falei pra ela:
- Que verde bonito!
Ela respondeu:
-Nem todo verde é capim.
Eu falei então:
- Gostei foi da cela, não da égua!
Pensei: Achei que verde era esperança, mas hoje não é meu dia de sorte...

O ESTUDO É A VIDA DO HOMEM
Voltar a estudar depois de onze anos é muito complicado, parece que a cabeça não é mais a mesma e as matérias ficam mais difíceis, o jeito de escrever fica mais lento e embolado.
Ás vezes, me arrependo de não ter terminado os estudos, gostaria de ter feito faculdade, mas também reconheço que não teria condições, mal dava para comprar material escolar com o salário que ganhava, então tive que trabalhar como muito brasileiros e enfrentar a vida com pouco estudo. E não adianta chorar, porque o tempo passa.
Agora, é lutar para que a minha filha possa ter o que eu não tive, condições de estudo e ser diferente do pai.


TRABALHO E AMOR.
O trabalho é muito satisfatório, você ter capacidade de construir alguma coisa, como prédios, carros, motos, aviões, etc.
Na serralheria é fabuloso poder pegar barras de ferro e transformar em portas, janelas, basculantes e muito mais.
O homem trabalha pelo seu sustento, isso é até óbvio, mas na serralheria você tem amor em construir um objeto, depois admirar, saber que vai ser útil para alguém.
No trabalho também existem os acidentes, por isso temos que nos prevenir, usando equipamentos de segurança.
Tudo faz parte do trabalho, coisas boas e ruins, mas o trabalho bem feito é o trabalho com amor.

SOBRE TECNOLOGIA...

Por Milane, Thiago, Fernando Ferreira, Ocimar e Alex.(Tecnologia da Soldagem)

A tecnologia é algo fora do sério! Sério? Fala sério...ela é fura olho isso sim.
Meu patrão me demitiu, disse que o Kuka havia me substituído. Fiquei louco, será que fui substituído por um cozinheiro?
Falei com ele: Patrão o senhor deve estar enganado eu sou soldador e ele me disse que o Kuka também era.
Falei então que queria conhecer esse tal de Kuka, meu patrão me apresentou a um homem de ferro que não pensava nem sentia nada, mas soldava com perfeição...
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POR MILANE PEREIRA
O Porteiro e Avião

SOBRE UMA CENA COTIDIANA

Sempre pela manhã vejo da janela do edifício Toronto, a contínua jornada de trabalho do porteiro Sr. Rubens. Ele começa a trabalhar antes das seis da manhã. Logo me assusto com um barulho alto e assombroso, é o avião que sempre me acorda. Moro só e acho triste a vida porteiro, que sempre sentado abre o portão e acena para aos moradores saindo e entrando no edifício. Alguns cumprimentam com um bom dia.
Sr. Rubens é um cara legal, dedicado e busca sempre a satisfação dos moradores. Anota recados, entrega a correspondência e até aconselha.
Converso muito com ele, é paulista e não gosta de crianças. Mudou-se para BH a cinco anos, não queria ajudar a criar os netos, embora goste dos filhos. Acho realmente que ele não gosta de crianças. Aprendo com ele algumas coisas, não posso falar...são piadas da terceira idade, ele não pensa muito pra falar. Quase todas as piadas são sem graça, mas é um bom sujeito.
Amanhã eu certamente o verei, quando o avião me acordar...